Fotos cedidas pela família Príncipe

No último sábado (8), a família Príncipe de Serra Talhada realizou seu primeiro encontro, organizado por netos e bisnetos, que aconteceu no Iate Clube de Serra Talhada, que contou com mais de 150 participantes confraternizaram na base do forró, como manda a tradição da terra de origem da família.

O objetivo do encontro foi comemorar a reunião dos parentes em um dia festivo, com muitas alegrias e afeto. “Percebemos que ultimamente só reuniam quando um dos familiares falecia. E pensamos, por que não comemorarmos a vida? Foi sugerido e nasceu a ideia do encontro”, disse Telma Príncipe, uma das organizadoras.

A HISTÓRIA DA FAMÍLIA

Miguel e Marcolina Príncipe de Lima eram pais de 12 filhos, avós de 56 netos, têm 100 bisnetos, 39 trinetos e um tataraneto. A base de origem da família é a cidade de Serra Talhada, porém os familiares presentes hoje vivem em várias regiões brasileiras. Há netos e bisnetos residentes em Juazeiro-Paraná, Roraima, São Paulo-SP, Joinville-SC; Porto Alegre-RS; Brasília-DF; João Pessoa-PB e Natal-RN.

Em Pernambuco, muitos residem em Recife, outros em Petrolina, Arcoverde, Ouricuri, Betânia, Floresta, entre outras cidades. Além dos bisnetos em Assunção, Paraguai; Toronto, no Canadá; e em Luanda, Angola. No encontro, estiveram desde a primeira neta, Antonia Maria, 66 anos, ao neto caçula Paulo Henrique, 23 anos.

Muitos primos trouxeram seus filhos e netos para conhecerem os tios, filhos de Miguel Príncipe. Dos 12 filhos seis ainda estão vivos. Alguns dos presentes não conheciam o Sertão, vieram pela primeira vez conhecer suas origens.

ALIADO PARA A DISTÂNCIA

As redes sociais foram cruciais para que a reunião pudesse acontecer, segundo a família os grupos de WhatsApp foram fundamentais para conseguir articular a reunião.

“Temos um grupo da família, cujo nome é Família Príncipe. Nesse grupo há um álbum cujo título é ‘Patrimônio Humano’, contendo biografia do casal Miguel e Marcolina e dos seus 12 filhos. Queríamos que todos conhecessem a a história da família e preservassem sua memória. Tudo resgatado para homenagear nossos ascendentes e promover nos descendentes o para que a história não se perca e a memória não se apague”, finalizou.

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