A Fifa aprovou em votação nesta terça-feira a expansão da Copa do Mundo para 48 seleções, ante 32 atualmente, ignorando preocupações de que o aumento no número de times reduziria o padrão de qualidade da competição e a tornaria grande demais e difícil de ser organizada.

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, cumpriu uma promessa feita durante a campanha eleitoral do ano passado, dizendo que a medida significa que “mais times poderão participar e muitos mais terão a chance de sonhar”.

As 211 associações filiadas à Fifa possuem um voto cada na eleição presidencial, e 135 delas nunca jogaram em uma Copa do Mundo. Assim, a expansão do torneio sempre teve certo apelo.

O novo formato, a ser iniciado em 2026, terá uma primeira rodada de 16 grupos com três equipes, das quais duas vão se classificar para a rodada com 32 equipes. Daí em diante, seria uma disputa tradicional de mata-mata.

Os anfitriões do torneio de 2026 serão decididos em maio de 2020. A Concacaf, que representa as Américas Central e do Norte e o Caribe, é vista como forte concorrente, e pode apresentar uma proposta conjunta entre EUA, Canadá e México.

O novo formato do torneio vai aumentar o número total de partidas de 64 para 80, mas Infantino afirmou que isso demandaria o mesmo número de dias e de estádios que se tem atualmente.

“Este formato pode ser jogado exatamente no mesmo número de dias que temos hoje, 32, e a equipe vencedora jogará o mesmo número de jogos, sete, assim como hoje, e o número de estádios seria o mesmo, 12, como hoje”, disse.

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