O aposentado José Alves de Carvalho, 77 anos, procurou a redação do FAROL nesta quinta-feira (19) para fazer queixas com relação a qualidade do atendimento no Hospital Regional Agamenon Magalhães (Hospam). De acordo com o seu relato, na madrugada da última segunda-feira (16), ele levou a sua neta de apenas dois meses para o serviço de emergência e demorou mais de 10 horas para ser atendido.

“Eu cheguei com a minha netinha por volta de 1 hora da madrugada e a criança foi atendida ao meio dia da segunda-feira (16). Foi um descaso”, declarou José Alves. Mas a revolta dele é maior por conta do diagnóstico feito pelo médico plantonista.

“Ele disse que a criança estava com otite e passou remédio para dor de ouvido”, disse o aposentado, complementando: “Fui obrigado a procurar um médico particular, porque a dor não passava. Paguei R$ 160 pela consulta e a médica deu um diagnóstico de cólica. Completamente diferente. Passou o remédio e a criança está bem”, confirmou José Alves de Carvalho questionando a postura do plantonista. “Estamos falando de vida e o médico tem que saber o que está fazendo”.

A reportagem do FAROL tentou localizar a diretora do Hospam, Carla Millene, por telefone, mas foi informado que a diretora se encontrava em reunião.

 

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