
A presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Serra Talhada (SINTEST), Veraluza Nogueira, começou 2026 em busca de conquistas para categoria. Porém, segundo ela, há muitas pautas que precisam de avanços, e sua principal dificuldade hoje, é abrir um canal de diálogo com a prefeita Márcia Conrado. Entre as pautas, reajuste salarial de 10%.
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“No dia 8 de janeiro, fui pessoalmente levar uma pauta para uma reunião entre o sindicato e a gestão municipal com os seguintes pontos: Descongelamentos e progressões; Planos de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR); Concurso Público; Rateio do FUNDEB; Precatórios do FUNDEB e Reajuste salarial. Porém, até essa data, 23 de janeiro, não nos foi respondido e nem marcado nenhuma reunião. Desde já, quero pedir a compreensão e o respeito com os servidores”, disse a sindicalista, em mensagem lançada ontem (quinta-feira) nas redes sociais.
LUTA POR REAJUSTE SALARIAL
Ainda durante a mensagem de vídeo, Veraluza cita avanços em outro municípios, e também não esquece do rateio, que segundo ela, deveria ter sido feito no final do ano passado.
“Merecemos uma resposta, merecemos ter a dignidade que outros municípios dão aos seus servidores. Por exemplo, são os rateios e os reajustes salariais. São Luís, por exemplo, deu 16% de reajuste aos seus servidores. O governo federal deu 5,4%, mas nós do Sinteste pediremos 10% para todas as categorias. Dinheiro tem, pois houve uma sobra de mais de R$ 5 milhões aos cortes públicos. A gestão municipal deve ter um planejamento para que os servidores possam ser reconhecidos e valorizados em forma de financeira”, disse a presidente, cravando:
“Educação se faz com respeito, com planejamento e valorização aos seus profissionais. Eu peço à gestora (Márcia Conrado), por favor, explique a categoria. Muito obrigada”.
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