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Lojão fas Revistas de Sandro – Foto: Reprodução/Facebook

Um dos hobbies mais comuns e amados mundo a fora é ser colecionador, e para quem ama leitura as histórias em quadrinhos muitas vezes é o primeiro contato com livros que uma criança tem. Aos 30+, quem nunca leu um almanaque da Turma da Mônica? Os mais especiais vinham com jogos de ligar os pontos, jogos de 7 erros e até páginas para colorir. Bons tempos!

Na última sexta-feira (30) foi celebrado o Dia da História em Quadrinhos, e em Serra Talhada, a reportagem do Farol de Notícias encontrou um colecionador que há cerca de 30 anos é um leitor assíduo de HQs e Mangás. Charlles Barros Jurubeba do Nascimento, tem 43 anos, trabalha como Técnico em informática, e é morador do bairro AABB.

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O típico amante do mundo geek, revelou que as primeiras histórias em quadrinhos que leu na vida, aos 13 anos de idade, eram as edições da Turma da Mônica, Tio Patinhas e Zé Carioca. O Farol também perguntou a ele qual a diferença entre mangá e HQ, e Charlles preferiu nos indicar um tutorial do Youtube com mais detalhes. Aos interessados, segue o link (veja aqui).

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Parte do acervo de colecionador de Charlles Jurubeba – Foto: Arquivo Pessoal / Cortesia ao Farol

“A minha coleção iniciou com o mangá de ‘Dragon Ball’ e depois disso só foi aumentando! Tenho várias coleções entre mangas e HQs que ao todo dá mais de 831 edições. As minhas favoritas são da DC: Constantine, Flash e Supergirl. Já na Marvel, é Homem de Ferro, Dr. Stranger”, detalhou ele.

A reportagem também tentou conversar com um dos maiores vendedores de revistas e jornais de todos os tempos em Serra Talhada, Sandro do Lojão das Revistas. Ele foi proprietário por muitos anos de uma famosa loja de revistas na Rua Afrânio Godoy, quase na esquina com a Rua Manoel Pereira da Silva, a popular Comandante Superior.

“Lá podia-se encontrar desde os álbuns de figurinhas da Copa, até as revistas de conteúdo adulto e as Capricho que esta redatora colecionou por muito anos na adolescência. Toda semana, minha avó Dona Alaíde (que Deus a tenha) me pedia para ir até Sandro comprar a revistinha de signos de João Bidu. Me fazia ler para ela as previsões de Aquário e eu aproveitava para ver Capricórnio, mesmo sem entender direito. Obrigada pelas memórias, Sandro. Me deve uma entrevista!”, relembrou, Manu Silva, esta que vos escreve.

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Sandro e Clovis Maia em lançamento de livro no Lojão das Revistas – Foto: Reprodução/ Facebook