
Após o pré-candidato a deputado federal, Dr. Luiz Pinto (PRD), dizer que o marido da prefeita Márcia Conrado, Breno Araújo, surge na política como “último galho de salvação” e “válvula de escape” para salvar a permanência da influência política da gestora na cidade, o analista política do Farol, Cornélio Pedro da Costa, avaliou a declaração fazendo a seguinte reflexão:
“O grupo de Márcia corre o risco de se dissipar enquanto grupo político porque ela não pode ser mais candidata a prefeita, não pode indicar a irmã, nem a mãe, nem o próprio marido, a lei eleitoral não permite. Então, a única opção é o quê? Breno se eleger para continuar sendo a figura política do grupo, e manter naturalmente, esse grupo próximo E aí Márcia, Breno não se elegendo como é que fica?”
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“TRAIRAGEM EM 2028”
Cornélio também analisa que Márcia não teria hoje alguém de sua plena confiança para indicar como cabeça de chapa nas eleições municipais de 2028. “E aí você indica alguém como aconteceu com Carlos e Luciano e Luciano cortou [relações com Carlos], aconteceu com a própria Márcia com Luciano, que Márcia fez a mesma coisa. Então essa é uma tendência e você precisa que seja alguém confiável”, avaliou.
“Como assim alguém confiável? Um parente ou alguém muito confiável. E aí quando você ver, Breno não se elege, Márcia não pode ser mais candidata, então basicamente o grupo se dissolve. Então, sobre essa fala de Dr. Luiz Pinto eu tenho a mesma percepção e acredito que a maioria das pessoas têm também. Como manter um grupo político se você não tem político exercendo um cargo. Ela vai passar dois anos e aí? Quem é o sucessor de Márcia”.
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6 comentários em Análise: Por que Breno é a última tábua de salvação de Márcia?