Fotos: Licca Lima/Farol de Notícias
Fotos: Licca Lima/Farol de Notícias

Nesta terça-feira (28), Giovanni Sá recebeu no Programa Falando Francamente, da Tv Farol de Notícias no YouTube, o empresário Paulo Bezerra e o assessor de comunicação César Luna, do plano assistencial familiar BM. Durante a entrevista, o empresário falou sobre sua trajetória de vida e como começou a funerária, que se tornou um plano assistencial ao longo dos anos.

A trajetória de Paulo começou ainda na juventude, quando precisou deixar Recife e retornar à cidade para assumir a serraria da família e ajudar a criar as irmãs. Diante das dificuldades, transformou responsabilidade em oportunidade.

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Em 1974, abriu uma funerária e, anos depois, ao perceber a necessidade das famílias após o fim do auxílio funeral, criou um plano assistencial. A iniciativa cresceu e hoje se tornou um grupo com cerca de 20 empresas, com atuação que ultrapassa os limites da região.

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“Eu fui criado indo para a serraria do meu pai onde ele trabalhou até se aposentar e chegou o tempo de ir para Recife, eu fui mas tive que voltar porque a serraria dependia de mim, porque eu era o único filho homem. Eu tive vários irmãos que chegaram a óbito ainda pequenos, então só tinha eu e mais quatro mulheres vivos e com aproximadamente 17 anos, voltei de Recife, para dar continuidade a serraria”, disse Paulo BM, lembrando:

“Naquela época a serraria já tinha crescido, estava vendedndo materiais para marceneiros, tinha uma média de 12 a 15 marceneiros e eu precisei voltar para trabalhar e ajudar a formar as meninas. Eu casei com 22 anos e quando me casei, eu já tinha colocado a funerária em 1974, em um ponto alugado, na Rua Agostinho Nunes de Magalhães, próximo a prefeitura e para alugar este ponto, tive que pedir permissão aos vizinhos porque não era uma atividade muito satisfatória e eles me deram a permissão”, relembrou Paulo, continuando:

“Lá na frente, uns 20 anos depois, me veio a ideia de lançar um plano, eu já não estava mais neste ponto, estava em outro local e eu queria ter pelo menos 500 sócios, devido a extinção do auxílio funeral, em 1995 e em 1997, coloquei o plano, porque era muita gente procurando pela prefeitura, que era aquela polêmica para liberar, então, fundei o plano e daí para frente, muita gente começou a procurar, até de cidades vizinhas e eu fiquei muito confortável com isso. Hoje somos um grupo de 20 empresas, inclusive com escritório em São Paulo”, pontuou.

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CEMITÉRIO VERTICAL

“Eu tenho a ideia, tenho o projeto, já está tudo pronto. Estavamos com tudo pronto para fazer na Avenida Triunfo, em uma área de 5 mil hectáres e depois veio a ideia de fazer na cidade por questões de opiniões, sugestões, que nós acatamos e acabamos adquirindo uns terrenos em frente ao cemitério municipal, nas partes centrais e laterais. Estamos com tudo pronto, autorizado, mas devido ao apelameno de algumas pessoas, está na justiça, esperando a liberação, porque muitas pessoas compraram terrenos e construiram e não gostaram da ideia de ter o cemitério perto e mesmo com a separação de uma rua, foram feitas algumas exigências que já foram feitas e estou aguardando o resultado, mas é um cemitério que não é prejudicial e é ecológico”, explicou Paulo.

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