Waldemar Oliveira

Foto: Farol de Noticias-Laís Gomes

O deputado federal Waldemar Oliveira, do Avante, pré-candidato a reeleição, abriu o jogo nessa sexta-feira (26) durante o programa Tribuna Livre, na TV Farol. Ao ser provocado pelo âncora, Paulo César Gomes, sobre o futuro do grupo nas Eleições 2028, na disputa pela Prefeitura de Serra Talhada, ‘Dema’ abriu o jogo e não pensou duas vezes para assegurar que o Avante terá candidato a prefeito, e sem alianças com as ‘mesmas figuras’.

Receba as manchetes do Farol primeiro no canal do WhatsApp (faça parte)

“Eu diria que é uma eleição que vai definir as candidaturas para daqui a dois anos, para prefeito. Eu acho que sim, que será uma prévia. Eu acho que sim. Eu defendo a candidatura própria do Avante, tá? Eu não pretendo fazer aliança nem com a prefeita [Márcia Conrado], nem com o Luciano Duque. Eu disse, inclusive a Sebá: da outra vez quem errou foi você, quem vai errar da próxima sou eu. Entendeu? A gente tem que ter um candidato próprio”, disparou.

Continua depois da publicidade

A lógida do deputado Waldemar Oliveira é simples: não há espaço para o grupo ser coadjuvante em Serra Talhada.

“O Santa Cruz, meu querido, o Santa Cruz vive perdendo, mas eu nunca deixo de torcer por ele, tô lá. Time que não joga não tem torcida, eu digo isso o tempo todo. Não pode ser coadjuvante, né? Sebastião hoje tem um espólio eleitoral muito forte, tem muita obra aqui em Serra Talhada”.

Os fatos de Serra Talhada e região no Instagram do Farol de Notícias (siga-nos)

RECURSOS PARA SERRA TALHADA

Ainda durante a entrevista, no estúdio da TV Farol, o deputado elencou uma série de obras frutos do trabalho do ex-deputado Sebastião Oliveira, e disse que mesmo na oposição à prefeita Márcia Conrado, alocou muitas emendas para a capital do xaxado.

“Eu coloquei mais de R$ 10 milhões de recursos aqui nesses três anos, sendo oposição. A gente tem nomes bons e poderia ter uma candidatura própria aqui, por que não? Tem partido, tem o fundo eleitoral. Como dizia Carlão, meu filho: “Eu tenho a canetinha, meu filho, então por que eu vou abrir mão?” A canetinha tá comigo. A gente tem o partido, a gente tem a presidência, a gente tem o fundo eleitoral, a gente tem o tempo de televisão, de rádio. Por que não ter candidato próprio? Por que a gente ser coadjuvante na nossa terra?”, pontuou.