Miguel comenta declarações de Waldemar que 'fechou portas' para 2028: "Não é meu inimigo"

Foto: Pedro Paz, especial para o Farol

Durante a coletiva de imprensa neste sábado, realizada na residência do ex-prefeito Carlos Evandro, no bairro AABB, sobrou muito espaço para debater as Eleições 2028, onde os grupos políticos de Serra Talhada já estão em fase de diálogo.

A novidade surgiu após as declarações do deputado Waldemar Oliveira, que durante entrevista ao programa Tribuna Livre, na TV Farol no YouTube, deixou claro que o Avante terá candidatura própria em 2028, e dscartou qualquer aproximação com o deputado Luciano Duque e a prefeita Márcia Conrado.

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O Farol provocou o pré-candidato Miguel Duque a comentar a fala de Oliveira. Tranquilo, Miguel disse que respeita as declarações, mas não fechou a porta.

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“Bom, eu queria dizer que respeito bastante o deputado Waldemar Oliveira, ele tem serviço prestado por Serra Talhada, exercendo a sua função como deputado federal, a gente é adversário, mas de nenhuma maneira eu posso dizer que a gente é inimigo. Tenho relação boa com ele, boa com o filho dele, quero dizer que respeito bastante ele como ser político e como pessoa. Mas o que eu tenho a dizer sobre isso é que, assim como o Carlos Evandro falou, eu acho que o Carlos se colocou muito bem quando indica, e a política mostra isso, que 2028, só se discute em 28. Porque a política é como uma nuvem. Se a gente olhar pra uma nuvem agora, ela tá fechada, como o avião da governadora que não pôde decolar. Mas daqui a um tempinho ela abre. E pode acontecer isso na política. Então, eu acho que se a gente adianta muito esse debate, fecha portas, enfim, delimita alguma coisa agora, a gente pode ser precipitado. E eu acho que o momento não é esse. A gente tá na discussão de uma campanha de governadora, de uma campanha de deputado federal, onde os times estão se unindo”, sapecou.

CARLOS COMO UM TROFÉU

Ainda durante a coletiva, Miguel Duque valorizou a aliança com o ex-prefeito Carlos Evandro, tecendo vários elogios, e aproveitou para tecer críticas a prefeita Márcia Conrado e seu, marido, Breno Araújo, pré-candidato a deputado estadual,

“Essa chegada de Carlos é muito importante pra oposição de Serra Talhada. Carlos que foi um dos principais atores da eleição da prefeita, um ex-prefeito que passou oito anos no poder, esteve lá, ajudou bastante na eleição dela. Ela (Márcia) perde um grande apoio aí. E se une a oposição por entender que há um modus operandi de não cumprimento de acordos, e por entender na minha visão, que Serra Talhada precisa parar pra pensar a política de uma união pela cidade. Porque o que a gente vê hoje é um governo que, infelizmente, e eu não sou muito de falar e de apontar defeito, mas de um governo que tá preocupado na eleição do marido, de deputado e não tá preocupada em resolver os anseios da população. Quando a gente vê como ontem foi dada a notícia de que a prefeitura se colocou contra a nomeação de uma creche”, disse Duque.

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NOMES DAS CRECHES

“Isso é de uma pequenez política muito grande. A gente tem que fazer a política pra servir as pessoas, não pra servir pessoalmente. Então, por esse motivo, eu acredito que a oposição tá trilhando um bom caminho da união, onde a gente pode discutir, sim, o desenvolvimento da nossa terra, de Serra Talhada, ao lado da governadora que trabalhou por Serra Talhada, que tá trazendo investimentos históricos, assim como o IML, que muita gente sonha há mais de 20 anos, assim como a maternidade, quantas mães já precisaram pegar ambulância pra Recife, pra Caruaru e agora vão poder ter aqui. Então, é por isso, eu acho, que nós, como oposição, nos unimos, no sentido de que a gente precisa pensar no melhor pra Serra Talhada, não pra Miguel, não pra Carlos, não pra Sebastião, não pra Waldemar, mas pro povo da nossa cidade”.