Dr. Leirson Magalhães reage aos comentários de Sebastião e diz que não faz política por vaidade
Foto: Arquivo Farol

Há situações na política que quando não bem digeridas, podem se transformar em estopim para divergências. É o que aconteceu após a entrevista do deputado estadual eleito, Sebastião Oliveira, que numa conversa ao Programa do Farol, no YouTube, falou sobre o cenário de 2028, mas ‘ressuscitou’ o debate da escolha do nome de Faeca Melo para compor a chapa com  Márcia Conrado (leia matéria aqui).

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“E Faeca foi vice-prefeito porque dos que se apresentaram, no meu histório político de mais de 20 anos, foi o cara mais leal comigo”.

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O recado de Sebastião atingiu antigos aliados como o atual secretário de Ação Social, Allan Pereira, e o médico Leirson Magalhães, que racharam alegando frustrações com a forma que Sebastião vinha conduzindo tomadas decisão que afetavam todo o grupo.

REAÇÃO

Na noite desssa quarta-feira (21), Dr, Leirson Magalhães procurou à redação do Farol e emitiu uma nota, ‘alfinetando’ a postura de Sebastião Oliveira. “Não faço política uma questão de vaidade pessoal”, cravou.

Leia a nota completa:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

“Diante das declarações de Sebastião Oliveira sobre lealdade e gratidão, considero necessário esclarecer minha trajetória e os fatos que marcaram minhas decisões políticas.

Durante mais de 20 anos, integrei seu grupo, votando, trabalhando e contribuindo para seus projetos. Ao decidir acompanhar o grupo de Márcia Conrado, telefonei para ele e para Waldemar, expliquei meus motivos e deixei claro que mantinha meu apoio a ambos para deputado estadual e federal.

Sobre a discussão da candidatura a vice, procurei Sebastião em sua residência e ouvi dele que poderia trabalhar meu nome. Voltei em outras oportunidades, inclusive acompanhado de vereadores, para reafirmar compromissos. Naquele período, ele também pediu a Islian que providenciasse minha filiação ao Avante, pois eu ainda estava no PSB, embora já fosse apresentado como presidente do partido.

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Posteriormente, Waldemar me comunicou uma reunião com os pré-candidatos, na qual ficou definido que a escolha ocorreria por votação interna e pesquisa popular. Em outra conversa, ele chegou a me assegurar que eu seria o vice, invocando sua condição de deputado federal.

Portanto, minha expectativa nasceu de conversas e sinalizações concretas. Relato esses acontecimentos porque minha história merece ser respeitada e não pode ser reduzida a um questionamento sobre lealdade.

Reconheço as parcerias que construí, mas gratidão não significa abrir mão da própria voz ou da liberdade de decidir. Sigo de cabeça erguida, com respeito às pessoas, compromisso com a verdade e consciência tranquila sobre o caminho que percorri. Não faço política uma questão de VAIDADE PESSOAL.

Dr. Leirson Magalhães

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