
A Câmara Municipal Vereadores de de Serra Talhada (CMST) retoma os trabalhos na semana que vem, próximo dia 3 de fevereiro.
O retorno promete ser ainda mais quente, afinal, teremos eleições gerais este ano, e a eleição interna da Casa Joaquim de Souza Melo, que vai escolher, no final do ano, o substituto do vereador Manoel Enfermeiro.
AS TRINCHEIRAS
As trincheiras já estão demarcadas: A oposição já se organiza para centrar fogo no governo Márcia Conrado, tendo como mote a questão da falta de ônibus nos bairros Vila Bela e Vanete Almeida.
E os governistas, mais uma vez; devem colocar o Hospital Regional Agamenon Magalhães (Hospam) no’ coco de roda’, pois até agora não tem uma direção definitiva.
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Mas os debates acalorados devem acontecer, de fato, em cima da disputa para governador, com Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB) se enfrentando. Aliás, entre eles, as provocações já começaram.
A oposição vai de Raquel e Luciano Duque. A exceção é o vereador China Menezes que não abre mão de apoiar Campos.
Já toda a ala governista deve seguir as orientações da prefeita Márcia Conrado, que já vestiu a ‘armadura’ para eleger o marido Breno Araújo, deputado estadual, e reeleger o deputado Fernando Monteiro à Câmara Federal.
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O QUE O ELEITOR GOSTARIA DE OUVIR
Neste debate, o eleitor, ‘dono da bola’, gostaria de ouvir propostas dos candidatos, e menos circo dos vereadores. No ano passado, a Casa Parlamentar teve momentos que mais parecia um picadeiro. Bravatas, festival de arrogância, e pouca objetividade.
O que poderia para diminuir com os ‘espetáculos’ seria os excessos praticados nas redes sociais. Outro dia, em grupo de WhatSapp, um vereador governista chegou a dizer ‘que sabia onde o cão amarra as botas, porque da escola de ladrão eu fui expulso’. Aí fica complicado.
O desafio maior dos vereadores serra-talhadenses é manter um debate de alto nível. É discutir os problemas do município, e apresentar soluções. Pode ser que este 2026 seja surpreendente.