Dos nove quartos, sete foram decorados por ele, e os outros dois por artistas canadenses e palestinos.

Em uma parede, sobre uma cama, um soldado israelense e um manifestante palestino se confrontam em uma guerra de travesseiros.

Na suíte presidencial, uma jacuzzi é alimentada por um tanque de água similar aos que os palestinos instalam em suas casas.

O diretor do hotel, Wissam Salsaa, afirma que não se trata apenas de um projeto artístico, mas de um hotel verdadeiro com quartos para hospedagem que poderão ser reservados em março, a partir de US$ 30 (cerca de R$ 93) a noite.

Os conflitos, o muro e os Territórios Palestinos são uma fonte de inspiração para Banksy, conhecido por suas obras anônimas em espaços públicos.

Israel começou a construir o muro de separação em 2002 para se proteger em meio a uma onda de atentados palestinos durante a segunda Intifada.

O muro, que avança sobre a Cisjordânia, é o símbolo da ocupação israelense mais detestado pelos palestinos.

Em 2015, o artista entrou em segredo na Faixa de Gaza para pintar três obras nos muros do território devastado um ano antes por uma guerra entre o movimento palestino Hamas e Israel, a terceira em seis anos.

Do G1 Mundo