Candidato acredita em 'virada' de João em ST e critica 'vaquinha' de Charlles
Foto Licca Lima

O médico Luiz Pinto, candidato a deputado federal pelo Partido Renovação Democrática (PRD), comentou alguns cenários da pesquisa Múltipla-Farol, e acredita que haverá mudanças em favor de João Campos (PSB). A pesquisa mostrou que a governadora Raquel Lyra tem uma vantagem de 20 pontos percentuais em cima de João, em Serra Talhada (veja aqui).

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Durante entrevista ao programa Falando Francamente, na Tv Farol, Pinto justificou o otimismo, e também comentou sobre a proposta de ‘vaquinha eleitoral’ pelo também candidato a deputado federal, Charlles de Tiringa,

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“Eu acredito que esse é o momento e o João Campos, ele vai virar esses números. Mas não tenha dúvida nenhuma, não tenha dúvida nenhuma, o que eu percebi lá em Recife, na campanha, o que eu percebi e estou percebendo, eu não fui na campanha dela (Raquel), mas na desorganização da convenção dela, na desorganização da chapa dela, que isso não é uma chapa, isso é uma briga, a chapa de Raquel é um tumulto. Não tenho nada contra a Raquel Lyra. Aliás, ela realmente tem uma envergadura muito boa, mas eu acredito que ela não vai segurar isso. Com relação aqui em Serra Talhada, realmente todos estão com ela. Pulou tudo, me lembro do tempo de Marília, todo mundo pulou para o lado de lá”, disse Luiz Pinto, cravando:

“O PRD, que veio com gosto de gás, com solidariedade. Enfim, é um governador que tem mais de 10 partidos, hoje deve estar em 12 ou mais, entendeu? Já ultrapassou o número que ele esperava. É aquele que tem mais tempo de televisão e rádio, então, é preciso que haja, como deve estar vendo aqui, uma onda. Então, houve uma onda, realmente e vai haver a nova onda, onde ela se vem, baixa, e agora vai subir a onda de João Campos e vai passar por cima da onda de Raquel, tenho certeza disso”.

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Vaquinha de Charlles

Ainda durante a entrevista, Dr. Luiz Pinto comentou a proposta do candidato Charlles de Tiringa, que criou uma ‘vaquinha eleitoral’ para que os eleitores possam fazer doações para sua campanha,

“Isso eu não faria de forma nenhuma. Mas de forma nenhuma. Essa vaquinha existe, legalmente falando, se o cara for numa empresa, aqui só sentadinho, o cara com a empresa, eu vou na Tupan, eu vou na Bandeirante, qualquer uma empresa, e aí eu vou dar uma ajuda na campanha, que é legal, mas você pedir ao povo, como é que um povo pobre, um homem milionário, que mexe com bets, eu tenho consideração por ele. A minha amizade maior é com o Tiringa. Se imagine um tiro nos dois pés com essa vaquinha e ele pode… Eu espero todo sucesso. Eu desejo sucesso a Charles, eu desejo sucesso a Waldemar, eu desejo sucesso a Miguel, a Fernando Monteiro”, justificou, acrescentando:

“Agora eu vou chegar na casa de um pobre e mendigar um voto, bater as mãos. Ei, eu quero voto, não. Vou falar através da mídia, através das redes. Eu não tenho o direito de ir na sua casa, meu cidadão e minha cidadã, lhe pedir mendigar um voto. Porque eu nunca fui na sua casa levar um quilo de feijão. O que eu faço na minha vida toda foi atender e acolher os sofridos, aqueles caras que clamam com dor”,

Numa entrevista de rádio, esta semana, Charlles justificou a criação do instrumento que é legal, disse ter condições de bancar a campanha com recursos próprios, mas tem que agir de acordo com as regras, para nçao descumprir a legislação.

Foto Licca Lima