Do Diario de Pernambuco

Foto: Sarah Torres/Assembleia Legislativa de Minas Gerais

O estado de calamidade pública em Minas Gerais, que vigora desde março de 2020 com o início da pandemia do novo coronavírus, foi prorrogado até 30 de junho de 2021. A medida, que flexibiliza a rigidez fiscal por parte do governo, foi possível após nova aprovação na Assembleia Legislativa, na manhã desta quinta-feira (11).

O estado de calamidade pública em Minas já havia expirado, já que se encerrou em dezembro de 2020. Com isso, o governador mineiro Romeu Zema (Novo) solicitou a prorrogação desta data.
Líder de governo e relator do projeto que tratava da prorrogação, o deputado estadual Raul Belém (PSC) recomendou a extensão do estado de calamidade. Isso porque, segundo ele, o número de casos de Covid-19 vem crescendo no território mineiro.
“Minas está em plena ascensão no número de casos, e nosso território é extenso e com iniquidades assistenciais e econômicas”. Ainda segundo Belém, a prorrogação “viabilizará ao Executivo alocar recursos para enfrentar a crise”.
Dos 77 deputados estaduais mineiros, somente Bartô (Novo) votou contra a prorrogação do estado de calamidade. O parlamentar argumentou ao se colocar em oposição à medida proposta pelo governador e correligionário.
“O tempo de se preparar já passou. Agora é hora de cobrar resultados do governador e dos prefeitos. Peço que votem não”, afirmou, ao encaminhar o voto contrário.
Dos 77 deputados estaduais mineiros, somente Bartô (Novo) votou contra a prorrogação do estado de calamidade. O parlamentar argumentou ao se colocar em oposição à medida proposta pelo governador e correligionário.
“O tempo de se preparar já passou. Agora é hora de cobrar resultados do governador e dos prefeitos. Peço que votem não”, afirmou, ao encaminhar o voto contrário.
Segundo dados divulgados nesta quinta pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) de Minas Gerais, o estado contabiliza 16.405 mortes devido às complicações causadas pela Covid-19. Ainda segundo os números do governo, 793.157 pessoas já foram infectadas, com 717.863 casos de recuperação e outros 58.889 pacientes em observação.