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Expansão urbana, crescimento populacional e desenvolvimento econômico aumentam a demanda por água e expõem limitações da infraestrutura existente. Foto: Unsplash/Imagem Ilustrativa

Moradores do bairro Quitandinha, em Serra Talhada, enfrentam problemas no abastecimento de água há quase 15 dias. A situação foi enviada a reportagem do Farol de Notícias na manhã deste sábado (24), por Rosana Souza, servidora pública, residente na Avenida Arnaldo Bittencourt Costa, que também reclama da falta de informações da Compesa sobre os critérios adotados para a distribuição de água na localidade.

Segundo Rosana, o abastecimento começou a dar sinais de retorno na manhã da última quinta-feira (22), mas a água chegou com pouca pressão e deixou de sair das torneiras por volta das 14h. Neste sábado (24), de acordo com a moradora, não havia mais água nem mesmo para atender às necessidades básicas da residência.

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Ela afirma que a situação se agravou após uma equipe da Compesa realizar um conserto em um vazamento na avenida principal. Desde então, o fornecimento não teria sido normalizado.

O problema é ainda mais difícil para Rosana, que passou por uma cirurgia há cerca de 15 dias e precisa lidar com a falta de água durante a recuperação. A moradora cobra transparência da companhia sobre o sistema de racionamento e defende que a população seja informada sobre os períodos e critérios de distribuição.

“Sabemos que a água está pouca, mas o mínimo que a Compesa deveria ter era a decência de informar à população como estão sendo feitos esses racionamentos. Essa falta de informação afeta nós, consumidores, que temos direito a receber esclarecimentos claros”, reclama.

LIGAÇÃO DE ÁGUA

Além da falta de abastecimento, Rosana denuncia a demora na conclusão de um serviço solicitado em janeiro deste ano. Segundo ela, a Compesa foi até a residência para iniciar uma nova ligação, mas instalou apenas um registro. A caixa e o medidor ainda não teriam sido colocados.

A moradora afirma que procurou a companhia diversas vezes para saber quando o serviço seria concluído, mas recebeu repetidamente a mesma justificativa: falta de material.

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“Compramos nossas casas e sequer podemos concluir o serviço das calçadas porque a Compesa não instala o equipamento completo”, relata.

Rosana também explica que mora na parte mais alta da rua, o que dificulta ainda mais o acesso à água quando o abastecimento é retomado. Segundo ela, quando a água chega à residência, a pressão já é insuficiente para encher as caixas antes de o fornecimento ser interrompido novamente.

A moradora cobra providências para regularizar o abastecimento, concluir a instalação solicitada e garantir informações claras à população sobre a distribuição de água no bairro.