Foto: Licca Lima/Farol de Notícias
Foto: Licca Lima/Farol de Notícias

Em sabatina na TV FAROL, o candidato a deputado estadual pelo Podemos, Luciano Duque, avaliou a gestão da saúde, comandanda pela mãe do candidato Breno Araújo, como “trágica”. Duque falou dos indicadores da saúde do município comparando com a época em que era prefeito de Serra Talhada, quando tinha como secretária de Saúde a atual prefeita Márcia Conrado.

“Infelizmente, [vê a gestão da saúde] trágica, né? Se você tem indicadores ruins isso traz uma dificuldade pra nossa população. Porque é saúde é tripartite, é município, Estado e União. Quando os três estão afinados dentro de uma política pública e mostra-se em Serra Talhada que não está, rejeita uma ambulância, o cidadão morre lá dentro do hospital, porque não teve uma ambulância.”

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“Isso já aconteceu aqui em Serra Talhada, depois do fato de rejeitar a ambulância, porque você liga para Belmonte, ‘olha, manda a ambulância pra cá’, porque às vezes está desocupada, o prefeito de Triunfo, o prefeito de Belmonte, manda pra atender. Mas já aconteceram fatos do paciente ter a dificuldade de ir pra Recife e morrer, e o silêncio permanece”, disse Duque.

EXEMPLO POLÊMICO

Na sua crítica, Luciano Duque disse que pessoas morreram por não haver ambulância disponível para locomoção até unidades em cidades distantes como Caruaru ou Recife. E que isso aconteceu logo após a prefeitura, por meio da gestão de Lisbeth Rosa, ter recusada uma ambulância do governo do Estado.

“Eu vou lhe citar um exemplo agora de um cidadão, não vou dizer o nome, de Tauapiranga [na zona rural]. Ele esperou pelo menos 9 horas para que a ambulância chegasse, uma ambulância, porque não tinha. Porque as ambulâncias todas estavam viajando, tanto do Eduardo (HEC) como do Hospam, e essa ambulância veio de Caruaru”, afirmou Duque, detalhando:

“Esse cidadão chegou no Hospital da Restauração, foi uma luta para conseguir uma UTI, porque ele agravou muito, mas graças a Deus a gente conseguiu salvar essa vida. Mas as complicações desse paciente se deram pela falta de rapidez no atendimento. Se a ambulância tivesse lá, tivesse colocado ele, ele tinha chegado em Recife, tinha tido um atendimento maior, não tinha tido as consequências neurológicas que ele teve. Então isso deixa a gente muito triste.”

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