Eclipse solar híbrido ocorre nesta quinta-feira (20)

Foto: Lorenzo Di Cola/NurPhoto para Getty Images

Por Metrópoles

 

Na madrugada desta quinta-feira (20/4), ocorrerá o primeiro eclipse solar de 2023. Não será possível observar o fenômeno natural do Brasil, ele será visto apenas de pontos da Austrália, Timor Leste e Indonésia.

O fenômeno desta vez será mais especial, porque se trata de um eclipse híbrido, que acontece apenas a cada 10 anos. Isso quer dizer que, dependendo de onde estiverem, os observadores verão um eclipse solar total ou anular.

Veja também:   Haiti fica sem presidente pela segunda vez em menos de seis meses

Um eclipse solar ocorre quando a Lua fica posicionada entre o Sol e a Terra, de forma que uma sombra se forma na superfície do nosso planeta. Quando o Sol fica completamente coberto, chama-se o fenômeno de eclipse solar total; quando ele não fica completamente coberto, chama-se parcial ou anular.

Apesar de não ser possível observar o fenômeno no Brasil, o Observatório Nacional, instituto de pesquisa ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, vai transmitir o evento natural a partir das 22h desta quarta-feira (19/4) pelo projeto Céu em Casa, no YouTube.

Veja também:   Apreensão de cocaína seria suficiente para abastecer um país por 30 anos

Conforme explica a astrônoma do Observatório Nacional Josina Nascimento, um eclipse solar híbrido ocorre quando há uma mudança de eclipse total para eclipse anular à medida que a sombra da lua corre sobre a Terra. Isso quer dizer que, em alguns lugares, os espectadores visualizarão um eclipse solar total e, em outros, um eclipse solar anular, semelhante a um anel.

Eclipse no Brasil

O próximo eclipse solar que poderá ser visto no Brasil ocorrerá em 14 de outubro. Estados das regiões Norte e Nordeste poderão ver a versão total; o restamte do país assistirá à versão parcial o fenômeno.

Veja também:   Passageiro filma queda de dentro do avião no Nepal

O Observatório Nacional, no entanto, alerta que a observação de um eclipse solar pode causar danos irreversíveis aos olhos. Esse tipo de fenômeno, diz o instituto, deve ser feita com instrumentos especiais usados por astrônomos ou com técnica de projeção.