EUA e Israel lançam ataque conjunto ao Irã e tensões se intensificam no Oriente Médio
Foto: Reprodução

Os Estados Unidos e Israel iniciaram, na manhã deste sábado (28), uma ofensiva militar de grande escala contra o Irã, com mísseis e ataques aéreos atingindo Teerã e outras cidades iranianas. A operação foi anunciada pelo presidente americano, Donald Trump, que classificou a ação como parte de “operações de combate de grande porte” e reafirmou como objetivo impedir que o país persa desenvolva capacidades nucleares e represente uma ameaça à segurança dos EUA e de seus aliados.

De acordo com relatos de agências de notícias internacionais, explosões foram ouvidas em Teerã e em outras localidades estratégicas, incluindo instalações próximas ao palácio presidencial e áreas associadas à liderança iraniana. Até o momento não há números oficiais sobre vítimas ou danos materiais.

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A ofensiva ocorre em conjunto com Israel, que também disparou contra alvos iranianos e decretou estado de emergência em seu território enquanto se prepara para novas represálias. A coordenação entre as duas nações representa a intensificação mais recente de tensões que vinham crescendo na região.

Retaliação e escalada da crise

Em resposta aos ataques, o Irã lançou mísseis contra bases israelenses e instalações utilizadas por tropas americanas no Oriente Médio — incluindo no Bahrein, no Catar e em outros países da região, conforme relatado pela mídia iraniana. A ação do Irã marca uma retaliação direta à ofensiva conjunta e indica que o confronto pode se prolongar.

Autoridades americanas e israelenses já haviam ampliado a presença militar na região nas últimas semanas, deslocando porta-aviões e outros equipamentos de guerra para o Golfo Pérsico como demonstração de força antes do ataque.

Declarações de Trump

Em mensagem publicada nas redes sociais, o presidente Trump afirmou que os ataques são uma resposta a “ameaças iminentes” representadas pelo regime iraniano e frisou que o objetivo é proteger o povo americano e seus aliados. Ele também reconheceu que podem ocorrer baixas entre as tropas dos EUA em caso de retaliação, um risco inerente a conflitos dessa natureza.

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Contexto da ofensiva

O ataque vem semanas após negociações diplomáticas que tentavam resolver impasses sobre o programa nuclear iraniano, sem sucesso. Autoridades americanas argumentaram que Teerã não teria cedido em pontos considerados cruciais, levando à decisão de recorrer à força militar.