Da Assessoria

Publicado às 10h35 deste sábado (16)                     Informe Especial Publicitário

O período de gestação é uma fase que carrega um simbolismo muito especial para a mulher. É neste período que a mãe sonha em dar à luz ao filho e vive um turbilhão de emoções e expectativas. Uma delas é a preocupação para que tudo siga dentro de uma normalidade e o bebê possa se desenvolver de forma saudável no útero, vindo para o mundo com muita saúde. E é para esse acompanhamento na gestação que existem os exames morfológicos, realizados a cada trimestre da fase gestacional.

Com cada análise tendo seu papel bem definido, é possível mapear a formação do feto e detectar alterações cromossômicas e genéticas – inclusive a hidrocefalia, condição que se caracteriza pelo excesso de líquido no cérebro. O assunto ficou em alta recentemente após o humorista Léo Lins fazer uma piada, na qual o texto aborda uma criança com hidrocefalia e faz uma associação com o Teleton. Após o vídeo viralizar na internet, o comediante foi demitido do SBT.

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Realizado entre 12 e 14 semanas de gestação, o exame do primeiro trimestre tem como característica iniciar o mapeamento. “Esse exame tem como função principal fazer um cálculo de risco para alterações cromossômicas. Existem alguns marcadores fetais, estruturas que bebê tem, que são avaliados. O exame nos dá as probabilidades de o bebê ter alguma síndrome. São alterações que o feto pode ter, que podemos detectar na ultrassonografia. É o que chamamos de rastreio de risco”, explica o Dr. Max Andrey, da Ultramax Diagnósticos.

Quando a gestação avança, os exames ficam mais precisos, pois o bebê já está com a formação mais avançada e é possível ter uma visualização melhor dos órgãos, possibilitando melhor o diagnóstico e aconselhamento precoce. É o caso dos morfológicos do segundo e terceiro trimestre, que acorrem entre 20 e 24 e 28 e 31 semanas, respectivamente. “No segundo trimestre vemos toda a formação do bebê… Vemos da cabeça aos pés. Conseguimos visualizar todo o seu desenvolvimento.

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Continuamos o rastreio, conseguindo prever a restrição de crescimento, por exemplo”, diz o médico. “O exame do terceiro trimestre também é conhecido como ‘exame sequencial’. É uma avaliação de quase tudo que foi visto no segundo, só que de uma forma mais avançada da gestação. Conseguimos avaliar melhor a genitália e a curva de crescimento, também associamos o Doppler Obstétrico a esse exame, dentre outras situações”, completa.

Sobre a hidrocefalia, que aumenta a pressão e o tamanho do crânio por conta do excesso de líquido, o Dr. Max Andrey ressalta que é possível realizar o diagnóstico ainda nas primeiras semanas de gestação, mas chama a atenção para casos que podem passar despercebidos. “O diagnóstico pode ocorrer já no primeiro trimestre, mas muitos casos de hidrocefalia podem passar despercebidos. Em alguns casos, não se identifica o tecido cerebral. Essa anomalia geralmente ocorre por alterações cromossômicas ou infecções maternas. É uma má formação com prognóstico muito ruim para o bebê”, alerta.

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CONHEÇA A ULTRAMAX

Os exames morfológicos podem ser realizados na Ultramax Diagnósticos, que fica na Rua
Deputado Afrânio Ribeiro de Godoy, 892, Nossa Senhora da Penha – Serra Talhada.

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