Fotos: Lais Gomes/Farol de Notícias
Fotos: Lais Gomes/Farol de Notícias

Uma comerciante da Feira Livre de Serra Talhada, conhecida como Damiana da Rapadura, denunciou ter sido vítima de mais um furto no local durante o fim de semana. Segundo ela, foram levadas mercadorias avaliadas em mais de R$ 800, entre doces, rapaduras, e outros produtos que estavam armazenados em sua banca.

Damiana de Lima contou a reportagem do Farol de Notícias na manhã desta segunda-feira (28), que trabalhou normalmente no sábado e deixou a mercadoria no local. Ao retornar nesta segunda-feira (28), encontrou a lona e as cordas da banca desamarradas, além de produtos espalhados pelo chão.

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De acordo com a comerciante, o episódio não é um caso isolado. Ela afirma que já teve outros produtos furtados anteriormente e reclama da falta de segurança e de monitoramento na área.

“Toda vez eu sou roubada e por isso mesmo fica. Nós estamos aqui dentro dessa feira e estamos abandonados. Eu queria que a justiça pelo menos tomasse providência, porque já levaram dois vasos de rapadura fechados, balde de mel e outras coisas. Nunca tive ressarcimento, nunca tive ajuda de custo para amenizar o prejuízo”, relatou.

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Segundo Damiana, além dos produtos, os responsáveis pelo furto também danificaram a estrutura da banca. Ela afirmou que a lona e as cordas foram cortadas, aumentando o prejuízo causado pelo crime.

A comerciante também explicou que não costuma registrar boletim de ocorrência por não ter informações que possam identificar os responsáveis. Ela cobra que sejam tomadas medidas para trazer mais segurança aos comerciantes da Feira Livre.

“Se é pago aqui os impostos, para que é o imposto que nós pagamos? Quando acontece uma coisa dessas, nós não sabemos quem foi. Eu queria mais segurança, monitoramento com câmeras, alguma coisa mais efetiva, porque não é a primeira vez que isso acontece comigo”, cobrou.

Damiana disse ainda que um dos furtos anteriores ocorreu há cerca de um ano e que, há menos de três meses, sua banca também teria sido alvo de criminosos. Para ela, a repetição dos casos demonstra a necessidade de medidas mais efetivas para proteger os comerciantes que trabalham no local.

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