Publicado às 13h05 desta sexta-feira (1)

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Quando uma criança nasce, já se criam, naquele exato instante, várias expectativas em relação à saúde do bebê. E a jornada da vida vem acompanhada de alguns marcos: motor, da linguagem e psicossocial. Esse tripé do desenvolvimento infantil é fundamental ser bem observado desde os primeiros dias de vida até os seis anos da criança, período no qual acontece a maior plasticidade cerebral de receber estímulos da forma mais saudável possível.

É natural que ao passar dos meses esperemos que o bebê segure a cabeça, comece a sentar, engatinhar, se colocar de pé, andar, correr… São justamente esses pequenos movimentos que os familiares precisam estar atentos. E uma das melhores maneiras de acompanhar esse desenvolvimento é fazendo comparações, como ensina a fisioterapeuta Madalena Aureliano, diretora da FisioSerra, localizada na Praça Barão do Pajeú, Centro de Serra Talhada.

“É o que chamamos de comparações do bem. Oriento os pais a observar outras crianças da mesma faixa etária, pois isso já nos faz perceber se os nossos filhos estão no estágio que se espera em determinada fase da vida. Claro que cada criança tem o seu tempo. Não é uma regra que fez um ano tem que andar, mas entre 12 e 14 meses precisa dar sinais de que vai andar. Mas algumas etapas são comuns entre eles. Se todos estão correndo por que o meu não consegue correr? Uma criança, por exemplo, que aos seis meses não senta ou não rola pode estar com algum problema nesse desenvolvimento motor”, explicou a fisioterapeuta. Mas Madalena Aureliano faz questão de ressaltar que, em alguns casos, a criança pode não ter nenhuma justificativa clínica para determinado atraso.

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“Já observamos muitos casos de atraso por falta de incentivo da família. Crianças  que não têm lesão cerebral, músculo-esquelética e não conseguem seguir a curva natural do desenvolver. Às vezes, o bebê não engatinha porque os pais não o colocam no chão. Por que com um ano e quatro meses não anda? Porque os pais não a colocam no chã. É aí que entra o papel do fisioterapeuta, para ajudar no resgate desses estímulos, já que a criança está atrasada no seu desenvolvimento. E a fisioterapia pode ir além, oferecendo a essa criança uma estimulação precoce para que ela se desenvolva bem”, reforça.

POR QUE PROCURAR UMA CLÍNICA?

Para procurar a fisioterapia, não há necessidade de se perceber atrasos, mas percebendo é de  fundamental importância que se procure uma clínica. Somente com profissionais especializados em neuropediatria e neurofuncional, a criança terá o acompanhamento clínico eficiente. É papel do fisioterapeuta estimular essa criança a perder reflexos que já não deveriam fazer parte do seu crescer e introduzir novos no seu marco do desenvolvimento”

“Existem diversas técnicas e formas, seja no solo ou na piscina terapêutica. Quanto mais
precocemente você trabalhar essa criança, melhor o resultado que você vai ter na busca de minimizar ou até mesmo abolir esses atrasos motores que um bebê possa apresentar”, detalhou Madalena Aureliano. A FisioSerra pode ajudar no desenvolvimento motor do seu filho. Temos uma equipe de especialistas. Marque a sua consulta. FisioSerra, a sua clínica de fisioterapia em Serra Talhada