Da Metrópoles

Foto: Takashi Aoyama/Getty Images

A Justiça francesa emitiu mandado de prisão internacional contra o brasileiro Carlos Ghosn (foto em destaque), ex-CEO da Renault e da Nissan e outras quatro pessoas.

De acordo com o jornal The Wall Street Journal, as investigações apontam que o grupo teria desviado milhões de euros da Renault, por intermédio de uma concessionária em Omã, país do Oriente Médio.

Segundo a Justiça, Ghosn teria canalizado milhões de euros de fundos da Renault para uso pessoal. Parte da verba teria sido utilizada para a compra de um iate de 36 metros de altura.

Os investigadores apontam que aproximadamente 15 milhões de euros foram movimentados de forma suspeita entre consórcio RNBV (Reunault/Nissan) e a concessionária Suhail Bahwan Automobiles, em Omã.

Além do brasileiros, a Justiça investiga o bilionário Suhail Bahwan, um dos donos da concessionária, seus dois filhos e um ex-gerente da distribuidora de veículos.

Carlos Ghosn já foi detido no Japão por violações financeiras. Em 2019, ele fugiu de um julgamento no país asiático em uma caixa de equipamento de som e passou a viver como no Líbano.

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