Mãe de autista diz que teve atendimento 'do cão' em STPublicado às 06h30 deste sábado (21)

Uma moradora do bairro Alto do Bom Jesus, em Serra Talhada, procurou o Farol para denunciar o mal atendimento dos funcionários do setor de cadastro e atualização do Bolsa Família. Segundo a dona de casa, ela está tentando conseguir um benefício do INSS para seu filho que é autista e ontem foi solicitado pelos servidores da previdência que atualizasse o seu cadastro no programa do governo federal.

A mulher relatou que foi direto a Secretaria de Assistência Social e Cidadania para fazer a atualização, pois era necessário que fosse feita com urgência para não perder o prazo no INSS. Porém quando a senhora chegou ao órgão da prefeitura, os funcionários informaram que não atualizariam pois ela estava sem a ficha de atendimento.

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”Eu tinha que levar ainda hoje essa atualização pra o INSS. Insisti, contei a situação, mas lá me trataram com ignorância e não me atenderam. Agora eu pergunto que regra do cão é essa que não se pode abrir nem para uma mãe com um filho especial? que corre o risco de perder um benefício, no qual meu filho precisa urgente para pagar seus medicamentos que não são poucos. Ele ia perder por causa de uma atualização que simplesmente não quiseram fazer por pura maldade, por que eu acho maldade. Não ia quebrar elas gastar 10 minutos a mais para atualizar. Era o benefício do meu filho que estava em jogo” desabafou a mulher.

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Sem atendimento na Secretaria de Assistência Social, a senhora retornou ao INSS e explicou toda a situação. Os servidores da previdência de imediato conseguiram reverter o problema e a mulher pode dar continuidade no processo de concessão do benefício da criança.

“Voltei para o INSS e expliquei a situação e lá me ajudaram. Graças a Deus, lá consegui resolver. O atendimento é nota 10. Expliquei a situação, me ouviram, me entenderam e me ajudaram. Mas se fosse pela secretaria, uma criança autista que necessita urgente de seus direitos ia perder. Espero uma resposta e peço mais respeito com os direitos das pessoas especiais”, finalizou a dona de casa.

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