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Fotos da Assessoria

Moradores do Ipsep condenaram o mutirão de combate ao Aedes aegypti realizado no último sábado (13) pela prefeitura juntamente com o servidores municipais, Defesa Civil, Exército, Polícia Militar, XI Geres, e alguns vereadores da base governista. A visita ao bairro para o ‘Dia D’ contra o mosquito, segundo a assessoria, esteve em 2.500 imóveis. No entanto, o morador Rodrigo Santos, 27 anos, procurou o FAROL para relatar que o mutirão não surtirá efeito, pois em sua casa nenhuma providência foi tomada para eliminar os focos.

“Moro na rua Dr. Ivan de Oliveira, 1599B, no bairro Ipsep, 2º andar, o último a apartamento da rua. O prefeito foi no bairro fazer esse mutirão, eu não estava em casa na hora, quem estava em casa era a minha esposa. O agente simplesmente entrou na minha casa e a minha esposa falou para ele que a caixa d’água era na laje, estava descendo muitas larvas e ela avisou que ele poderia subir pelo muro. Ele simplesmente anotou tudo no papel que fica colado na parede e disse que ia arrumar uma escada e daqui a pouco voltava. Até hoje ele não voltou”, narrou Rodrigo.

De acordo com o leitor, os focos do mosquito permanecem no bairro, continua fazendo vítimas no entorno de sua casa e cobra alguma atitude das autoridades competentes. “Minha esposa já adoeceu, minha sogra já adoeceu, meus dois vizinhos estão doentes e simplesmente o prefeito abre a boca para dizer que vai fazer um mutirão. Solicita alguns funcionários para trabalhar que não são concursados, mas se acham melhores que os outros e não botam remédio, mas o IPTU ele sabe mandar para as casas para a gente pagar”, finalizou.

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