Moradores do Tancredo Neves revelam sofrimento diário
Rua Geraldo Severino de Andrade – Foto: Licca Lima/Farol de Notícias

Na edição de hoje do FAROL NOS BAIRROS, visitamos moradores do bairro da Tancredo Neves. Esta será uma iniciativa permanente de fiscalização do trabalho dos vereadores serra-talhadenses em diferentes pontos da cidade, onde iremos expor, até às eleições 2024, a opinião da população sobre como os parlamentares estão atuando no município.

Até outubro de 2024, fique ligado na nossa nova série: FAROL NOS BAIRROS!

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Moradores do Tancredo Neves revelam sofrimento diário

 

“O que a gente mais sofre aqui é época de chuva, porque sempre é esse mesmo problema. Sempre é o mesmo dilema. O esgoto invade as nossas casas. Para resolver o problema era a prefeitura vir e refazer o serviço de novo e colocar uns canos de 100 pelo menos, ou então, pelo menos de 50. Vai fazer 20 anos que moro nessa rua e a gente sempre sofreu com esse problema. A prefeitura foi acionada há uns 2 ou 3 anos mais ou menos. Colocaram a canaleta para passar água da chuva, mas infelizmente não foi resolvido porque eles colocaram uns caninho de 25. Aí não está dando vazão à água porque é muita água. Então a gente fica numa situação difícil. Se a prefeitura resolvesse, tivesse um pouquinho de compaixão da gente com esse tanto de ano que estamos sofrendo aqui com esse problema.  Se algum vereador, alguém de lá de dentro, pudesse dar uma olhadinha nessa parte aqui seria muito bom pra gente.  Quem acudiu a gente na época foi Zé Raimundo. Só ele deu uma’ forcinha’. Nalda Melo, Dona de Casa, 51 anos.

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Moradores do Tancredo Neves revelam sofrimento diário

 

“Me chamaram foi de besta, eu 40 anos sendo pedreiro. Aqui o ano passado eu fui obrigado a sair. Esse ano esse ano vai ser pior ainda. Desde esse tempo que eles colocaram que esses problemas começaram. Aqui só quem andou foi Zé Raimundo. No tempo, ele se interessou muito. [Os outros vereadores] Ajudam em nada! Eles vêm só conversar. Eu já tenho esses anos todinhos e nunca vi um político fazer nada que preste. Agora o rapaz lá deu entrevista dizendo que estava tudo resolvido. Ainda disse assim que “o povo não entende”. Ele não sabe é de nada, ele não passa nem aqui. Se ele disser que é mentira, diga a ele para vir aqui”. Francisco Rodrigues dos Santos, 65, aposentado

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Moradores do Tancredo Neves revelam sofrimento diário

 

“Político  só passa aqui em tempos de eleição. Está se aproximando a eleição e se ‘acunha’ todo mundo. Um quer chegar primeiro do que o outro. Aí vem todos, mas a gente já tem nossa cabeça formada. Porque a gente sabe que temos que ir por aqueles que ajudam, que trabalham para a gente. Aqui, as vezes, fica um pouco a desejar na questão da saúde e na questão também do carro do lixo. Porque às vezes faz  eles [os moradores] acabam queimando [lixo] na porta e às vezes tem idoso, tem pessoas que têm falta de ar, pessoas que têm problema respiratório como eu que fica sentindo o cheiro do da fumaça e atrapalha na saúde. É  lixo jogado em terrenos baldios, ‘queimação’.

E nessa chuva é bem complicado porque às vezes  o lixo desce  e às vezes fica parado lá para baixo. Tem a tal da reciclagem que eu, pessoalmente, ainda não vi, mas estou com umas garrafas desde o ano passado que foi o trato de virem buscar e não vieram. Se é algo que está fazendo para a melhora da cidade, tem que fazer a coisa certa. [Os vereadores] fazem o que é possível, o que está ao alcance deles. Às vezes a pessoa chega lá diz que não tem o  que comer em casa, muitos deles ainda se compadecem, dá um ‘troquinho’ para amenizar”.  Pressiliana Jesuina de Jesus, 40, dona de casa.

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Moradores do Tancredo Neves revelam sofrimento diário

 

“Está precisando de prefeitura para ajeitar esses coisas. Quando a gente corta um ‘pé de árvore’. Fica as coisas aí. Enche  as ruas todinhas de sujeira, aí precisa ter um carro de prefeitura disponível para isso. A ver. A gente quer jogar o lixo, uma coisa grande, aí tem que ter esse carro, se não tiver… Os vereadores ajudam sim em algumas coisas e em outras não. E não é todos também não. São poucos. Manoel [enfermeiro] me ajuda muito, ele é  excelente Manoel. Rosália Nunes, 65, Pensionista

 

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