Por G1

Mortes por covid-19 no Brasil passam de 2,1 milAs secretarias estaduais de Saúde divulgaram, até as 9h deste sábado (18), 34.429 casos confirmados do novo coronavírus (Sars-Cov-2) no Brasil, com 2.178 mortes.

O Ceará chegou a 2.955 casos e 162 mortes nesta manhã. O Rio de Janeiro chegou a 341 mortes. O estado registrou o maior aumento proporcional da doença na semana, 130%.

São Paulo tem quase 1 mil mortos pela doença e o Rio de Janeiro contabiliza 341 mortes. Minas Gerais tem 35 mortes e o Espírito Santo, 28.

O Rio Grande do Sul tem 24 mortes, Santa Catarina tem 31 e o Paraná, 44. Ceará chegou a 155 fatalidades, Amazonas tem 145 e Maranhão tem 44.

No início da tarde, Pernambuco confirmou 2.006 casos e 186 mortes no estado. O Rio Grande do Norte chegou a 463 contaminados e 23 mortes.

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Durante a manhã, a Bahia e Minas Gerais passaram dos mil casos, com 36 e 35 mortes respectivamente. No estado baiano,154 casos são de profissionais de saúde.

O Ceará alcançou 149 mortes em consequência da Covid-19, e o número de pessoas diagnosticadas soma 2.684. No Distrito Federal, o número de casos subiu a 754, mas não houve acréscimo às 20 mortes. O Amapá chega a 470 casos e mantém o número de 10 mortes.

No início da madrugada, o Pará confirmou mais cinco mortes de pacientes infectados e registra até o momento 26 óbitos por Covid-19. São 557 casos confirmados no estado.

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O balanço mais recente do Ministério da Saúde, divulgado nesta sexta-feira (17), aponta 33.682 casos confirmados e 2.141 mortes.

O Brasil registrava ao menos 30 mortes de profissionais de enfermagem causadas pela Covid-19 até esta quarta-feira (15), de acordo com balanço do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen). O levantamento retrata o impacto das infecções do novo coronavírus entre enfermeiros, técnicos e assistentes.

Outros 4 mil profissionais estão afastados pela doença, sendo 552 com diagnóstico confirmado e mais de 3,5 mil em investigação. Ao todo, já são mais de 4,8 mil denúncias por falta de equipamentos de proteção individual (EPIs) para trabalhar, de acordo com o Cofen (Cofen).

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Província no Equador teve 6,7 vezes mais mortes em 15 dias
O governo do Equador reconheceu que havia uma lacuna nos relatórios de mortes na província de Guaya e que, nos primeiros 15 dias de abril, 6.703 pessoas morreram na região, onde normalmente são registradas mil mortes por quinzena.

As autoridades não puderam determinar as causas de todas as mortes, mas deduzem que, além das mortes naturais, estão vítimas de complicações da Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus, de acordo com a BBC. Com 17,4 milhões de habitantes, o país confirma o registro de mais de 403 mortes e de 8,2 casos de infecção pelo Sars-Cov-2.