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No fim de 2015, o Governo Federal anunciou através da presidente Dilma Roussef novas medidas para o programa Minha Casa Minha Vida. Dentre elas, foi apresentada uma nova faixa de renda para as famílias que pretendem realizar o financiamento através da Caixa Econômica Federal, incluindo um aumento na taxa de juros e uma mudança no valor dos imóveis a serem financiados, que em algumas cidades passou a ter um limite de R$ 180 mil. Estas regras começaram a vigorar no dia 4 de janeiro deste ano.

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Dentre as mudanças, a divisão territorial dos limites em estados como o Rio Grande do Sul e Santa Catarina passou a ser a mesma que em outras cidades do Sul, como Minas Gerais e Espírito Santo. Uma das metas anteriores do Governo Dilma era a construção de mais de 3 milhões de novos empreendimentos até o ano de 2018. Entretanto, a proposta foi reajustada pois os parlamentares adimitiram que este não era um projeto viável. Para 2016, espera-se que o número de financiamentos seja reduzido.

Agora, o valor limite da renda das famílias para adquirirem o programa passou de R$ 1,6 mil para R$ 1,8 mil, sem juros. Contudo, foi criado um grupo de renda intermediária – chamado de “Faixa 1,5” – que atenderá famílias com uma renda de até R$ 2,350. A grande preocupação deste programa é que as parcelas do financiamento não comprometam o orçamento das famílias, que podem chegar até 10% do valor da renda mensal, divido de 10 anos.

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Anteriormente, os usuários que eram beneficiados do programa podiam comprometer apenas 5% do salário na parcela, hoje este valor pode chegar, dependendo da renda, numa taxa de 20% ao ano. Os juros, que antes variavam entre 5% a 7,16% aumentaram para 6% e 8% nas faixas 2 e 3. Já a faixa 1 continua isenta de qualquer tipo de juros.