Publicado às 06h deste domingo (8)

Por Giovanni Sá, editor-geral do Farol

Hoje, Dia das Mães, acredito que muitos filhos espalhados pelo mundo inteiro irão fazer afagos especiais às suas mamães, e não digo isso baseado na compra de presentes ou de mimos. Isso nunca será medida para aferir o significado do amor de mãe, que existe, inclusive, entre os animais. Só ela que gera, que ama desde o ventre, que sofre aos pés da cama quando o filho adoece, que alimenta bons pensamentos, que perdoa mesmo quando não merecemos, e tantos outros gestos, que só às mães são capazes.

A minha mãe, professora Maria Luiza, já não encontra-se mais aqui conosco, mas não tenho dúvidas que goza da paz celestial. Passado cerca de 10 anos, a sua ausência ainda machuca, seus abraços fazem falta, e para os sete filhos, apenas lembranças. Cada um tem a sua, bem particular.

Porém, a presença da minha mãe na minha vida é constante. Os olhos e os exemplos de Dona Maria Luiza são meus faróis. Bússola quando estou perdido. Clarão quando busco a luz. Mamãe era sábia não por ser professora, isso tirava de letra. Era sábia porque conhecia cada pecado e virtude dos seus filhos, e cuidava de cada um, sem privilégios. Dona Lu, como era mais conhecida, tinha os olhos verdes de esperança, e a fortaleza que só existe nos seres humanos que amam sem querer nada em troca. Coisa de mãe. Feliz Dia das Mães para todos!

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