Renato Bastos (centro) coordena a Biofísio

Publicado às 06h28 desta sexta-feira 915)

A ozonioterapia que apareceu, de repente, no noticiário após a pandemia da Covid-19, já é uma realidade em Serra Talhada. Consiste num processo de gás de ozônio no corpo para tratar alguns problemas de saúde. O ozônio é um gás composto por 3 átomos de oxigênio que tem importantes propriedades analgésicas, anti-inflamatórias e anti-sépticas, além de ter um efeito de melhora da oxigenação dos tecidos, assim como fortalecimento do sistema imune.

“É um tratamento pouco conhecido na cidade, mas nas capitais esse serviço já está dominando, em vários países já é utilizado, como França, Cuba, Itália, utilizam no serviço público hospitalar. Existe um gerador de Ozônio, existe um cilindro de oxigênio, esse oxigênio que passa pelo cilindro vai para o gerador, tem uma descarga elétrica chamada uma descarga corona que vai transformar o oxigênio em gás ozônio. Fora feitas várias pesquisas, existem vários estudos que comprovam que ele tem um alto poder anti-inflamatório, antifúngico, antiviral, então serve para muita coisa”, disse Renato Bastos, fisioterapeuta serra-talhadense, durante o programa Falando Francamente, na TV Farol (assista aqui).

“Existem diversas vias de aplicação, tem a ontológica que é no ouvido, tem a subcutânea, a intramuscular e existe a polêmica aplicação via retal. A aplicação via retal, que muita gente falava, é inserido um cateter pequeno e é feita a administração do gás ozônio, ele vai ajudar na questão do metabolismo, diminuir o processo inflamatório e também sistêmico, por isso se fala muito no inicio da covid-19 sobre administrar esse processo. Não é cura, é um tratamento complementar. Hoje é o cargo chefe principalmente no tratamento de artrose, de hérnia de disco, fazemos via seringa.”

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