Revista Forum

Foram presos, na manhã desta terça-feira (10), no Paraguai, três funcionários da Direção Nacional de Aviação Civil e Migração, que permitiram a entrada do empresário Wilmondes Sousa Lira, do ex-jogador de futebol Ronaldinho Gaúcho e de seu irmão Roberto de Assis Moreira, todos com documentos com conteúdo falso. As informações foram confirmadas pelo promotor federal Federico Delfino.

Os três se juntam a Jorge Rodrigo Villanueva Torales (35), um funcionário do Dinac que permitiu o acesso a Wilmondes Souza Lira em 26 de fevereiro, já com documentos contendo conteúdo falso, que havia sido preso na noite desta segunda-feira.

O promotor Delfino disse ainda que já localizada a pessoa que teria sido a chave para a adulteração dos documentos. Já foi expedido um mandado de prisão a ser executado em breve.

Pedido de fiança

Ronaldinho e seu irmão Roberto de Assis Moreira tentam novamente sair da prisão nesta terça-feira (10), com a garantia da fiança de um imóvel localizado no município de Lambaré, no Paraguai que, segundo fontes, é de propriedade de uma terceira pessoa.

A audiência de revisão das medidas está marcada para as 20h de hoje, diante do juiz da Justiça Penal Gustavo Amarilla, que é o magistrado natural do caso.

Diferentemente das audiências anteriores, onde tanto a estrela do futebol quanto seu irmão compareceram ao tribunal, desta vez – sendo uma audiência de revisão -, apenas advogados de defesa, Alcides Cáceres, Tarek Tuma, Adolfo Marín e Christian Knapps.