Foto: Farol de Notícias/Celso Garcia

Publicado às 04h desta sexta-feira (18)

A professora aposentada Veraluzza Nogueira de Lima e Silva, moradora do bairro Bom Jesus, em Serra Talhada, lidera um movimento pelo reajuste do piso salarial de 33,24% já aprovado pelo governo federal. Na próxima segunda-feira (21) professores aposentados e da ativa, realizam um protesto em frente da sede da Prefeitura Municipal, em favor do reajuste, mas tem um outro ingrediente: a saída da pajeuzeira Marta Cristina da Secretaria Municipal de Educação. Em conversa com o Farol, a docente justificou o pedido.

“Tem coisas erradas que talvez nem a prefeita saiba, que foi na questão de seleções. A justiça deu o direito de fazerem a seleção, mas foi uma seleção irregular, irresponsável por questões da secretária de educação que veio de fora. Teve pessoas que não passaram, mas foram colocadas por ex-prefeito. Isso está errado, eu posso passar, mas por questão de perseguição política eu não posso ficar”, disse Veralluza Nogueira, reforçando:

“A gente pediu a saída [de Marta] no primeiro ato porque ela está aí porque Luciano Duque trouxe, acho que não é nem do gosto de Márcia. Marta trouxe uma quantidade boa de gente lá do lugar dela, até uma firma terceirizada só tem os parentes dela, irmão e todo mundo. Trouxe tudinho para a Secretaria de Educação e judiando de nós professores, por isso a gente pede a saída dela urgente. Ela não atende ninguém bem, muito cheia de piadas”.

GENOCIDA

Ainda durante a entrevista, a professora serra-talhadense também justificou porque vem insistindo em afirmar que Marta Cristina é ‘genocida’.

“Chamei ela de genocida porque no início da pandemia ela fazia os professores mandarem tarefa para os alunos, os pais vinham, pegavam as tarefas nas escolas, levavam e entregavam para a criança fazer e depois aquela tarefa vinha para ser devolvida para o professor. Não estava correto, porque se não era para pegar em papel, em qualquer coisa naquele tempo ela teria que ter feito diferente. Foi nesse contexto que usei essa palavra”, ratificou.

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O OUTRO LADO

A reportagem do Farol conversou com Marta Cristina, por telefone, mas ela preferiu não comentar as declarações de Veralluza Nogueira.