Professores de ST cobram reajuste do piso salarial

Fotos enviadas ao Farol

Publicado às 10h30 deste sábado (28)

A diretoria da Associação dos Professores de Serra Talhada – APROST se reuniu com a nova gestão da Secretaria de Educação de Serra Talhada – SEST, tendo como pauta atualização do novo Piso Salarial do Magistério municipal, Reforma do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração do Magistério, Precatórios do FUNDEF, 187,5 h/a, e outras demandas com vistas a valorização dos professores e melhoria da infraestrutura e resultados da Educação. A associação foi recebida de forma cordial pelo Secretário e Secretária Executiva, Prof. Erivonaldo e Professora Luana.

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De acordo com a associação, o ponto de convergência entre a APROST e a Secretaria de Educação é que nenhuma ação será eficiente e eficaz se não for centrado no aluno, como também, na valorização do Profissional da Educação . “Aguardamos ainda, agenda para uma reunião com a prefeita Márcia Conrado onde apresentaremos as mesmas demandas. Já enviamos ofício com esse intuito. E, após isso, encaminharemos os próximos passos na direção da valorização do Magistério Municipal vislumbrando uma Educação de qualidade com foco nos resultados “, disse o professor Carlos Antônio, Presidente da APROST.

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NOVO PISO

Ainda durante a reunião, os professores colocaram como prioridade o  reajuste de 15% do novo piso salarial. assegurado pelo governo federal. Foram apresentados planilhas e números sobre o tema.

“A APROST apresentou desde planilhas de monitoramento da aplicação dos recursos oriundos do FUNDEB no exercício fiscal de 2022, até documento demonstrativo de impactos financeiros na implantação do novo Piso Salarial 2023 com um índice de reajuste de 15% na remuneração dos professores com repercussão na carreira, bem como, minuta de Lei Complementar contendo todos os anexos dessas tabelas atualizadas com nova remuneração do magistério por classes e níveis salariais, recomendando aumento, também, para os demais trabalhadores em Educação, visto que, esses profissionais já vêm sem aumento a algum tempo, entendendo que a Educação é construída por várias mãos que se somam a dos Professores”, reforçou Carlos Antonio.

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