Serra-talhadenses revelam como lidam com o celular no dia a dia
Foto: Freepik/Imagem Ilustrativa

O telefone, que já foi símbolo de inovação e comunicação à distância, ganhou novas formas ao longo das décadas e hoje está presente no cotidiano de milhões de pessoas por meio dos celulares. No Dia do Telefone, celebrado na quinta-feira (12), a tecnologia é lembrada não apenas pela evolução dos aparelhos, mas também pela transformação na maneira como as pessoas se comunicam, trabalham e se informam. Com a popularização dos smartphones, o celular deixou de ser apenas um meio para fazer ligações e passou a concentrar diversas funções do dia a dia, como acesso à internet, redes sociais, serviços bancários e entretenimento, tornando-se praticamente indispensável na rotina da população.

De acordo com estudos realizados no país, no ano de 2025, o brasileiro passa, em média, cerca de 5 horas e 30 minutos a mais de 9 horas por dia em frente a telas de celulares, computadores e tablets. Essa média coloca o Brasil no topo dos rankings mundiais de uso de dispositivos móveis e redes sociais, com dados indicando que o tempo online supera o de descanso, destacando uma intensa hiperconexão.

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Em Serra Talhada, esta realidade também não tem sido difereente e impactou inclusive o mercado de vendas de celulares na cidade.

De acordo com comerciantes de algumas lojas do centro da cidade, neste início de ano, as vendas estão em alta na cidade e os compradores estão cada vez mais em busca de aparelhos tecnológicos, com recursos mais modernos, sem abrir mão dos preços mais acessíveis. Diante deste cenário, a reportagem do Farol de Notícias conversou com alguns serra-talhadenses na manhã da quinta-feira (12), para saber como a população tem usado os seus aparelhos e em relação a quantidade de tempo que passam diariamente em frente as telas.

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Fotos: Licca Lima/Farol de Notícias

A doméstica Luciana Conceição da Silva reconhece que passa bastante tempo do seu dia utilizando o celular para várias coisas, inclusive para acessar as redes sociais:

“Costumo usar o zap, usar outros aplicativos, várias coisas nele, para fazer ligações para a minha mãe, para a minha família, usar o zap, tudo. Passo bastante tempo, escondido do marido. Passo bastante tempo no Face, no Instagram, também no Messenger, só que ele não sabe, tomara que ele nem veja isso”, afirmou.

Para a técnica de enfermagem Vitória Carmem, o celular é mais utilizado para uso próprio e não para trabalho. Ela não se considera uma pessoa viciada e afirma que consegue controlar o seu tempo de uso do aparelho:

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“Eu uso bastante o celular, mas para uso próprio mesmo, uso bastante as redes sociais, Instagram, YouTube, e por aí vai. Se eu passar o dia com ele ou sem ele, é tranquilo, mas costumo utilizar bastante sim”

A auxiliar de escritório Jaqueline Maria da Costa afirmou que também costuma utilizar o seu celular para realizar várias atividades durante o seu dia, mas consegue gerenciar bem o seu uso e por isso, não se considera viciada:

“Sim, costumo usar sim, para lazer mais, mas uso para trabalho também. Eu uso às vezes as redes sociais, mas consigo me controlar, viu? Não me considero viciada, não”, ponderou.

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O estudante Darlan Santos, afirmou que não costuma utilizar muito o celular durante o dia a dia, mas sempre que chega em casa, após o trabalho, costuma utilizar o aparelho para acessar as redes sociais e com isso, acaba passando um pouco mais de tempo no instagram

“Quando chego em casa principalmente. Não muito durante o trabalho, mas quando chego em casa… É tanto que a gente liga bastante aqui para os clientes, que esse uso de celular está sempre tendo cuidado com o astigmatismo. A gente vai sempre no Instagram. O WhatsApp, para mim, está em quarta ou quinta opção, mas o Instagram não tem mais nem para onde correr, virou até um passatempo, mais que a Netflix, se a gente for contar”, analisou Darlan, continuando:

“Dependendo da mensagem que a gente receber, dá vontade de responder ali na hora. Se for de uma pessoa que a gente goste, mas… Ah, não sei, eu sou de boa. Trabalhando também, ocupando a mente, a gente não lembra tanto. Mas chegou em casa, está aqui ou está assistindo também, um dos dois”, finalizou

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