Sexóloga explica fetiche em público após caso na Concha

Há cerca de uma semana as redes sociais viralizaram uma cena inusitada na Praça Agamenon Magalhães – na Concha Acústica, de Serra Talhada, com um casal de pessoas em situação de rua protagonizando cenas quentes em plena luz do dia.

A prática de relações sexuais em público não é tão comum, mas faz parte da vida sexual de muitos casais. De acordo com a sexóloga Vanessa Rodrigues o casal é motivado pelo tesão imediato, pelo perigo de poder ser descoberto ou poder ser visto.

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A reportagem do Farol entrou em contato com a especialista, que é psicóloga clínica há nove anos com especialidade em sexologia clínica e terapia de casais, para entender um pouco mais sobre a prática de sexo em público. Segundo ela, a prática de sexo em público é chamada de ‘dogging’, o sexo sem endereço certo.

“Acontece em lugares públicos, mais ou menos ermos, como estacionamentos, praças. É como se esse lugar desse mais uma dinâmica ao ato sexual, gera uma adrenalina e um prazer pelo perigo, pelo anseio do perigo, por ser rápido. Existem vários contextos do sexo em público”, explicou a sexóloga, aprofundando o debate:

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“Pode ocorrer a hipersexualização em alguns transtornos mentais, onde o exibicionismo gera uma sensação de bem estar e prazer. Existem pessoas que usam o exibicionismo para gerar uma admiração, para ser visto. E tem a questão da prática inconsciente, de dar vazão ao desejo. Movido ou não por entorpecentes ou álcool, sem pensar nas consequências”.

RELEMBRE O CASO

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