Vítima de atentado diz que 'organização criminosa' atua em ST

Cena do crime em 2021, no bairro São Cristóvão

Em setembro de 2021 o serra-talhadense Daniel Gomes Primo foi vítima de um atentado a bala no bairro São Cristóvão, onde saiu ferido, mas o pedreiro que fazia um serviço em sua residência, João Aldo Nunes dos Santos, tombou sem vida após três pessoas chegaram num veículo modelo Fox e efetuarem três disparos de calibre 12 que atingiram a vítima. Daniel teve apenas ferimentos leves.

Ontem (quarta-feira), Daniel Gomes procurou a redação do Farol, e fez um apelo ao poder judiciário, para que acelere a prisão dos envolvidos, que segundo ele, continua agindo em Serra Talhada.

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O denunciante, em depoimento gravado ao Farol, alertou sobre uma suposta ‘organização criminosa’ que estaria agindo na capital do xaxado.

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“Estou solicitando, através do Farol, justiça com relação a tentativa de homicídio que sofri em Serra Talhada, e terminou com o homicídio do meu pedreiro, João Aldo. No dia 30 de setembro irá fazer três anos. Até quando vão matar gente em Serra Talhada essa organização criminosa, esse grupo da pistola que tem aqui em Serra Talhada e não vão preso?”, questionou Gomes, reforçando:

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“Há um grupo de extermínio agindo em Serra Talhada. Enquanto eu estiver vivo, não vou cansar de pedir justiça. E quero dizer que não tenho medo deste grupo de extermínio. Quantos pais de família essa organização criminosa tirou a vida em Serra Talhada e ficou por isso mesmo? Cadê a justiça? Será que o crime compensa em Serra Talhada?”

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