Publicado às 06h07 deste domingo (19)

Por Edson Nunes (ENO) Empresário e colunista do Farol

A maioria dos membros do conselho administrativo da Petrobrás são indicados pelo Presidente da República. Eles votam e definem política de preços, desenvestimentos para venda de ativos da empresa, a exemplo das 5 refinarias e da BR distribuidora, plano de investimentos que caíram em mais de 70% nos últimos anos, mesmo explorando o povo para obter os lucros mais altos da história.

Esse presidente não tem vergonha de fazer jogo de cena para iludir os otários e criar condições para entregar o resto da empresa os Estados Unidos e Capital Internacional.

Se os Estados Unidos o autorizar, ele terá força para intervir na Petrobrás, baixar preços até dezembro, para tentar ganhar as eleições. Após isso privatiza, e o Brasil não terá mais como intervir nas políticas de preços de petróleo e seus derivados, pois assim como a Eletrobrás a Petrobrás e o nosso petróleo não será mais do povo Brasileiro.

Em 2015, com a consolidação definitiva da descoberta da maior reserva de petróleo do últimos anos, do desenvolvimento tecnológico feito pela Petrobrás, premiado mundialmente diversas vezes, por explorar e produzir petróleo em águas profundas e ultraprofundas, a CIA Americana invadiu e roubou dados geológicos da Petrobrás e chegou a grampear até o telefone da Presidenta. Fato denunciado pela imprensa investigativa dos Estados Unidos.

E o plano diabólico e maquiavélico, sob a coordenação dos Estados Unidos, vem sendo implantado desde a espionagem na Petrobrás, resultando no golpe que derrubou Dilma, prendeu Lula, colocou Temer e Bolsonaro no poder.

De 2016 para agora a boiada tem passado, destruição quase finalizada à perda da soberania brasileira sobre as suas riquezas, incluindo a Amazônia Brasileira. O Brasil virou o quintal dos Estados Unidos e terra destruída sem guerra com invasão militar. No Brasil do Temer, Bolsonaro, Lira, Valdemar, dos mercenários traidores da Pátria.

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Resultado plantado por Bolsonaro, filhote da Ditadura e operário dos Estados Unidos, na presidência do Brasil, leva 33 milhões de brasileiros a passarem fome, 125 milhões de brasileiros à insegurança alimentar tendo que optar: ou pagam as contas de energia elétrica e custos com educação dos filhos, ou se alimentam bem. Sem esquecer os assassinos de defensores do meio ambiente, recorde de mortes na pandemia, inflação maior dos últimos 20 anos, etc. O desastre não natural dos interesses dos ricos acima de tudo e da destruição da soberania do Brasil.