dengue

Do Correio Brasiliense / Foto: Farol de Notícias

Após a aprovação da vacina contra a dengue no Brasil, o diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Ivo Buscaresky, e Daniela Cerqueira, da gerência de produtos biológicos do órgão, garantiram, em entrevista coletiva, que a rede pública de saúde terá prioridade. O medicamento a base de Dengvaxia ainda não tem preços definidos, mas o prazo para determinação do valor é de 90 dias, após esse período, começarão as discussões sobre financiamento e comercialização.

A Anvisa esclareceu que a imunização só é efetiva se as três doses da vacina forem tomadas, em intervalos de seis meses. Grávidas, mães que amamentam e fenilcetonúricos não podem tomar a vacina, que somente oferece proteção contra os quatro sorotipos do vírus da dengue, e não para as outras doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, como Zika e Chikungunya.

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A vacina contra as doenças causadas pelo mosquito Aedes Aegypti foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nessa segunda-feira (28). A autorização, publicada no Diário Oficial da União, permite o fabricante Sanofi Pasteur a comercializar a vacina Dengvaxia contra quatro tipos da dengue (DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4). No início deste mês, o México e as Filipinas também aprovaram o uso do medicamento.