Foto: Celso Garcia/Farol de Notícias

Publicado às 11h07 deste sábado (11)

Após passar pelo drama de quase perder o filho Francisco dos Santos Costa, 13 anos, devido a uma queda da laje do vestuário do Ginásio Egídio Torres de Carvalho, nessa quinta-feira (9), Laudeci Marques da Costa Santos, 48 anos, moradora do bairro Nossa Senhora de Fátima, em Serra Talhada, cobra do poder público segurança no local.

Em conversa com o Farol ela revelou que o local é inseguro por ter acesso livre, não ter grade de proteção nem atenção dos funcionários que trabalham no local. O adolescente joga bola no local diariamente com os colegas e por volta das 16h dessa quinta-feira sofreu o acidente. Ele foi socorrido para o  Hospam, e passou por exames e ressonância no crânio, pescoço e coluna. O impacto causou fratura no crânio e hemorragia interna, mas felizmente Francisco está estável.

”Quando aconteceu eu não sabia como tinha sido e quando fiquei sabendo fiquei profundamente indignada porque é a laje do vestiário e o acesso é muito fácil para as crianças ficarem. Esse não é o primeiro acidente que acontece lá, outra criança já caiu e quebrou o braço e agora meu filho caiu lá de cima. Meu filho caiu com tudo, teve fratura no crânio e sangramento interno, a fratura com o tempo vai se recuperando, vamos repetir a ressonância para ver se o sangramento interno parou, a partir do resultado é que saberemos se vai ser liberado”, relatou a mãe, acrescentando:

”Graças a Deus ele está melhor, a equipe médica tanto da ambulância quanto os médicos daqui atenderam muito bem, mas meu filho poderia ter morrido. Uma pancada forte na cabeça, uma fratura no crânio, sangramento interno não é algo simples e esse acidente que aconteceu com ele poderia ter sido evitado. Cadê a proteção? Cadê os funcionários que não viram eles jogando lá e botaram eles para sair porque meu filho só tem 13 anos não tem muita noção das coisas? Em nenhum momento, ninguém da secretaria me procurou para saber nada sobre a saúde do menino. Se essa laje é para ficar de livre acesso que tenha pelo menos uma segurança com grade ou alguma coisa”, cobrou Laudeci Santos.

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O OUTRO LADO

A redação do Farol entrou em contato com a Secretária de Esportes, mas até o fechamento da matéria não obteve respostas sobre o assunto.