Alunos de medicina da Universidade de Pernambuco (UPE) em Garanhuns, no Agreste, estão enfrentando problemas na instituição. Há grande dificuldade em contratar professores, o período letivo está atrasado, os alunos reclamam do hospital-escola e a faculdade não dispõe dos recursos financeiros necessários ao aprendizado. A situação está bastante complicada para os estudantes, que estão sem professores específicos. Os alunos reivindicam também um programa de residência médica satisfatório e devidamente implantado.

A situação desesperadora dos estudantes de medicina de Garanhuns pode ser reflexo do que aguarda o curso em Serra Talhada. Mas o reitor da UPE, Carlos Calado, afirmou que as dificuldades por que passam atualmente os docentes deverão ser evitadas na Capital do Xaxado. As aulas deverão ser iniciadas no prédio da Aeset (Autarquia Educacional de Serra Talhada). O curso de medicina na terra de Lampião foi o terceiro mais concorrido no vestibular tradicional da UPE.

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“Sentimos que fomos colocados em um hospital que não está devidamente preparado para isso e disponível para esta função”, reclama o estudante Sidrim Leôncio. A previsão é que, em Serra Talhada, os estudantes utilizem o Hospam (Hospital Agamenon Magalhães) como hospital-escola. As aulas começam no segundo semestre de 2013. Recentemente, a crise no curso de medicina da UPE em Garanhus ganhou destaque em matéria no Jornal Nacional, da Globo.

FAROL com informações do G1