Mulher afirma ser Madeleine McCann, menina desaparecida há 16 anos

Por Metrópoles

 

Uma jovem alemã causou burburinho nas redes sociais, nesta semana, ao se apresentar como Madeleine McCann, a menina desaparecida na Praia da Luz, em Portugal, em 2007. Pelo Instagram, a mulher compartilhou um vídeo com “evidências” de que é a garota sumida.

Conhecida pelo arroba iammadeleinemcann, a loira de 21 anos disse que “um comentário” de sua avó comparando-a a Madeleine a fez pensar na possibilidade. Além disso, a mulher manda um recado aos pais da garota.

@shellmc22

Thoughts? Is this Madeleine McCann? Why is no one helping her? Why is this not news? The police won’t listen apparently!? She’s asking for it to be shared! #madeleinemccann #findmaddie #findmadeleine #iammadeleinemccann #instagramlive #maddymccann #maddiemccann #katemccann #gerrymccann #share #help #missingpersoncases #madeleinemccanncase #isthismaddie?

♬ original sound – Shell Mc 🦋⚔️

“Ajudem-me, preciso de falar com a Kate e o Gerry McCann. Acho que posso ser a Madeleine. Preciso de um teste de DNA”, diz ela no vídeo largamente compartilhado nas redes.

Sem fundamento, a alemã ainda divulgou fotos de quando era criança, mostrando “semelhanças” com a vítima.

Caso Madeleine McCann

Madeleine está desaparecida desde 2007, quando tinha 3 anos. A pequena estava em um apartamento que a família tinha alugado em Praia da Luz, em Portugal.

O caso sofreu uma reviravolta quando a polícia alemã apresentou um suspeito de sequestrar e assassinar Madeleine. Ele está preso na Alemanha e cumpre pena por tráfico de drogas. Christian Brueckner, de 43 anos, já foi condenado por abuso sexual de crianças.

Em dezembro de 2019, o alemão também foi condenado por estuprar uma idosa em 2005, na região do Algarve, em Portugal, para onde Madeleine e a família tinham viajado e local do qual a menina desapareceu.

Brueckner possuía uma casa que ficava a 3 km do hotel no qual Kate e Gerry McCann estavam hospedados com amigos na noite em que Madeleine sumiu. Ele viveu na residência até 2007.

Pessoas da região que chegaram a conviver com o suspeito relataram que ele tinha “cara de poucos amigos”. Brueckner foi investigado durante o caso Madeleine, mas a polícia não encontrou nada que o incriminasse à época.

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