Da Revista Forúm

A balança ainda pende e persiste na desigualdade, mas o primeiro turno das eleições mostrou avanço na representatividade de negros nas prefeituras e câmaras municipais.

As urnas mostram que 32% dos prefeitos eleitos no primeiro turno se declararam negros. Em 2016, foram 29% do todo. Este ano os partidos tiveram que responder à legislação que determina distribuição proporcional de verbas públicas de campanha entre candidatos negros, pardos e brancos.

A representatividade de mulheres se manteve na média de 13%, ainda muito distante do ideal e justo.

Nas capitais cinco mulheres ainda vão disputar a prefeitura no segundo turno: ; Cristiane Lopes (PP), em Porto Velho, Danielle Garcia (Cidadania), em Aracaju, Marília Arraes (PT), em Recife; Manuela D’Ávila (PCdoB), em Porto Alegre e Socorro Neri (PSB), em Rio Branco. Cinthia Ribeiro foi reeleita prefeita de Palmas (TO) no primeiro turno com 36,22% dos votos.
De acordo com a Justiça Eleitoral, no pleito deste ano as mulheres representaram 33,6% do total de 557.389 candidaturas, superando o maior índice das três últimas eleições, de 32%.

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