Do Folhape

Foto: Daniel Tavares / PCR

Na noite desta quarta-feira (6), o prefeito do Recife, João Campos, usou as suas redes sociais para alertar a população que há um alguém tentando se passar por ele no WhatsApp. A pessoa estaria tentando aplicar o famoso “golpe do pix”, quando um cibercriminoso utiliza a foto de alguém conhecido para pedir transferências bancárias envolvendo a modalidade financeira.

“Alguém está se passando por mim no WhatsApp para pedir transferências bancárias. Estou prestando queixa na Delegacia de Crimes Cibernéticos, mas fiquem de olho: se alguém entrar em contato com vocês em meu nome pedindo para fazer um pix, é golpe”, publicou o prefeito no Instagram.

Como funciona o golpe

Com a popularização do Pix, que permite transações bancárias sem cobrança de taxas e com envio imediato, muitos estelionatários tentam usar o serviço para obter ganhos mais rapidamente. Os riscos de golpe envolvendo a modalidade se tornaram tão frequentes que o Banco Central precisou introduzir restrições para as transferências. Transações feitas entre 20h e 6h e nos fins de semana, tem o valor limitado.

Apesar do susto, o prefeito do Recife segue com seu número de telefone tradicional, já que esse tipo de cibercrime difere daqueles em que a conta do WhatsApp do usuário é clonada. Neste caso, o estelionatário tenta se passar por outra pessoa, mesmo sem ter o acesso ao número de telefone original, apenas com a foto e com a lábia. Uma dica importante é prestar atenção nos dados do destinatário. Se você não conseguir reconhecer o nome de quem vai receber a transferência, não conclua a transação.

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