Do CNN

 

Um grande acidente durante a etapa 5 do Tour de France feminino na quinta-feira (28) fez com que uma ciclista precisava de atendimento hospitalar.

Faltando 50 km para a etapa mais longa da corrida, um incidente em um trecho reto da estrada entre Bar-le-Luc e Saint-die-des-Vosges rapidamente se transformou em um enorme acidente que tirou metade das bicicletas da corrida.

Com dezenas de envolvidos, levou vários minutos para que os ciclistas se desvencilhassem das bicicletas uns dos outros.

Muitas ciclistas tiveram inchaços e contusões, com Chantal van den Broek-Blaak, da SD Worx, tendo que ter seu braço direito enfaixado pela equipe médica no carro da equipe enquanto pilotava e a ex-campeã nacional italiana Marta Bastianelli lutando contra as lágrimas para continuar.

Veja também:   Premocil celebra Dia dos Pais em Serra Talhada

No entanto, o enorme engavetamento significou o fim da corrida de Emma Norsgaard, da Movistar, depois que ela foi forçada a desistir com os ferimentos que sofreu.

Embora pudesse ficar de pé, a ciclista dinamarquesa teve que sair em uma ambulância. A equipe disse no Instagram que a jovem de 23 anos “bateu a cabeça, o pescoço e o ombro esquerdo em um engavetamento e teve que ser transferida para um hospital em Épinal”.

Na manhã desta sexta-feira (29), a Movistar anunciou que, após passar por exames, Norsgaard não teve fraturas e “permanecerá sob observação médica e descansará por 24 horas, para monitorar quaisquer efeitos posteriores do incidente”.

“Obrigado por todas as mensagens. É muito legal de todos vocês”, disse Norsgaard. “Estou bem, estou voltando para casa em Girona e só preciso descansar um pouco, mas o resto está bem”.

Veja também:   Ator que interpretou o vilão de 'Stranger Things' critica Bolsonaro

O ex-ciclista britânico Dani Christmas disse que essas coisas podem acontecer em longos trechos de estrada.

“Este é o perigo quando os pilotos ficam relaxados no grupo e você quase pode ser enganado por uma falsa sensação de segurança”, disse ela no Eurosport.

“Se você estiver muito relaxado, se os pilotos não estiverem concentrados, podem acontecer acidentes. A velocidade do grupo deve ter sido tão alta para tantos pilotos terem sido impactados”.

E no final da etapa de 175,6 km, a mais longa da história moderna das corridas do World Tour feminino, Lorena Wiebes, do Team DSM, terminou em primeiro.

A holandesa, também vencedora da etapa mais curta do Tour de France Femmes no domingo, mostrou porque é a melhor velocista do mundo, enquanto a campeã mundial Elisa Balsamo ficou em segundo e Marianne Vos em terceiro.

Veja também:   Rússia e Turquia: grandes aliados ou aproximação de conveniência?

No entanto, os quatro segundos de bônus de Vos fizeram com que ela estendesse sua liderança na classificação geral para 20 segundos.