'Será que Márcia não vê a tristeza dos servidores?', diz Aprost

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Publicado às 17h30 desta segunda (29)

O presidente da Aprost (Associação dos Professores de Serra Talhada), Carlos Antônio, questionou a prefeita Márcia Conrado neste último fim de semana sobre a falta de empatia da gestora com os servidores municipais.

A declaração do docente ocorreu no sábado (27), durante o Programa do Farol no YouTube [veja vídeo abaixo], ao comentar a pauta pelo reajuste salarial dos servidores da educação.

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A Aprost questiona o fato do governo ter entrado num estranho silêncio desde que a categoria decidiu, por maioria em assembleia, rejeitar a proposta de 8% ofertada, no início de maio, pelo governo [relembre aqui e aqui].

A classe pressiona pelo mínimo garantido por lei, 14,95%. “Existe algum temor do município de sentar na mesa com a gente [da Aprost]?”, questionou Carlos Antônio.

'Será que Márcia não vê a tristeza dos servidores?', diz Aprost

“A gente gostaria de deixar muito claro que a estrutura do prédio [das escolas] é importante, a tecnologia é importante, mas o governo [Márcia], enquanto não investir na pessoa, não pode argumentar em valorização se não investir nos servidores, não adianta uma estrutura bonita, com nova pintura de parede, mas os servidores estarem lá desvalorizados, entristecidos e desmotivados, e é o que a gente vê infelizmente hoje neste gestão. Uma gestão que não tem compromisso e quem não tem compromisso com a educação, vai ter compromisso com o quê?”, enfatizou.

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Carlos Antônio disse que onde chega os servidores lhe questionam e querem saber como está o movimento pelo reajuste salarial, já que a Prefeitura se calou após conseguir anular judicialmente a greve da categoria.

“Que discurso é esse? Como acreditar num discurso cuidando de você e quando a gente entra numa repartição pública do município, quando a gente entra numa escola está todo mundo insatisfeito. Será que o poder público quando entra nessas escolas para fazer uma foto, ela [Márcia] não percebe no olhar dos servidores a tristeza? Qual é a empatia do governo com o servidor?”, questionou.

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