Como esquecer o alvoroço das segundas-feiras e os diálogos no Beco de Cazé? O ceguinho que pedia esmola na esquina, o violeiro que dedilhava a viola, às vezes que Bento, o ébrio, tomava umas e danava-se a cantar no beco. A simpatia do seu João do Bode ao receber um cliente em sua loja. As graças do seu Modesto da Casa Penha. A doçura da dona Bé da loja de tecidos, que fazia questão em receber cada um com abraços.